Participe do nosso site!
Login:Esqueci a senha
Senha:
 
Psicologia, Psicanálise e Desenvolvimento Humano
Constelação Familiar • Hipnose • Visualização Criativa
Terapia em Grupo e Individual • Presencial e pela Internet
Cursos • Workshops
Expediente
Página inicial
Apresentação
Currículo Profissional
Na mídia...
Fale Conosco
Cadastramento
Para Você...
Artigos
Mensagens para Reflexão
Ler e Assistir na Cama
Material de Apoio aos Livros
Exercícios
Atendimentos
Psicologia
Psicanálise
Florais de Bach
Consultório Novo Equilíbrio
Consultório Virtual
Grupo de Orientação

 

Tema: Artigos

Complexo de Inferioridade, Aprofundamento e Reflexão


Complexo_de_Inferioridade

As coisas que realizamos são expressões do nosso propósito - Paul Williams

Complexo de Inferioridade

Complexo de inferioridade consiste num conjunto de idéias que foram recalcadas no inconsciente das pessoa durante sua infância. Esse complexo age sobre a conduta humana, provocando sentimentos gratuitos de culpa, excessiva carga emotiva relacionada a pensamentos de baixa estima, freqüente sensação de inadequação e constante frustração em decorrência da desvalorização da capacidade e habilidade pessoal.

Falamos de “complexo” a todo momento e até entendemos do que se trata, mas vejo como necessário dar um "toque" a mais neste entendimento que se tornou tão popular. Na fase infantil, muitas coisas são proibidas à criança, como forma de educação para uma inclusão social futura. Mas a cada censura, ocorre um bloqueio interno, onde passa a ser entendido pela criança como proibido, feio e portanto, por ser visto assim, pelas pessoas que são tão grandes perante eles, os pais, ele reprime aquele sentimento ou comportamento.

Vamos dizer que uma criança é repreendida por morder o irmãozinho, percebam que é necessário mostrar a ela que a atitude não está correta e portanto o reprimido não se dá somente por má conduta dos pais na forma de educar, mas também por questões inevitáveis e necessárias ao convívio social. Mas voltando ao nosso exemplo, ao repreender a criança, ensinando-lhe que não pode morder, ele compreende que a agressividade não é permitida e assim a reprime dentro de si.

Todas as vezes que situações dentro desta mesma área: “agressividade” acontecerem, elas se juntaram ao primeiro entendimento de que não é permitido morder o irmãozinho, como também não poder xingar, não poder chutar alguém, não poder cuspir, etc. Claro que estou colocando de uma forma bem simplista para o seu entendimento.

Esses todos “não podem” vão se juntar ao primeiro não pode, dentro daquela área que neste caso do exemplo é a agressividade e é a junção de todos eles que damos o nome de complexo. Quer dizer, em termos gerais que uma situação vivida várias vezes de forma e em contextos diferentes, desencadeiam e reforçam um complexo.

No caso da auto-estima, uma primeira vez a criança entendeu que ela não era querida por fazer alguma bagunça, isso formou o núcleo de uma questão, outros fatos foram se juntando a ele, como por exemplo, não ganhar um presente, sendo que o seu irmão ganhou o do seu aniversário, ou a mamãe lhe deu uns tapas por não obedecer, etc. Todos estes acontecimentos se juntam ao inicial, desencadeando um sentimento de menos valia, de baixa estima, de não merecimento que desencadeia e reforça o complexo de inferioridade.

Recalque ou Repressão

Como falamos também nos conteúdos que são reprimidos, acredito que para um melhor entendimento daquilo que estou falando, devo definir o termo “repressão” ou “recalque” como também é conhecido popularmente, quando chamamos alguém de recalcado. Podemos dizer que é um processo psíquico através do qual recordações, sentimentos, idéias e desejos inaceitáveis ou desagradáveis são excluídos da consciência, permanecendo apenas no inconsciente.

Alfred Adler, austríaco, um dos grandes nomes da psicanálise, médico, psiquiatra e psicólogo renomado, elucidou: “Subentendemos que, atrás das atitudes daqueles que se apresentam perante os outros com uma postura de superioridade, é possível a existência de um sentimento de inferioridade.”

Segundo a psicologia de Adler, cada pessoa possui um “estilo de vida”. Esse estilo é que motiva o indivíduo, através de impulsos sociais, a buscar o seu natural desenvolvimento e aperfeiçoamento. Na teoria dele, o “estilo de vida” forma-se na primeira infância e quase não se altera depois. Ele dizia que a maneira pessoal de o indivíduo se comportar, de se vestir, de se expressar ou de falar, ou melhor, sua forma de ser, era a conseqüência desse “estilo” adotado.

Concordo em parte com essa teoria, por isso gostaría de acrescentar que o somatório dos múltiplos “estilos de vida” vivenciados nas diversas existências da alma humana, adicionado ao da infância atual, forma a real motivação que vai gerar nossas ações e atitudes. Somos, portanto, nós mesmos quem criamos nossas experiências, podendo assim modificarmos ou não os padrões de nossa vida.

Em muitas ocasiões, as pessoas tentam compensar esse sentimento de inferioridade, adotando formas de viver em que exageram e exaltam a própria personalidade. Tendência à arrogância, delírio megalomaníaco, preferência pela ostentação fazem parte do contexto de vida daqueles que possuem uma interiorizada depreciação de si mesmos. Todos nós acolhemos em nossa intimidade não apenas crenças individuais, mas também as que nos foram transmitidas pela família e pela sociedade em vários níveis.

Desde um gesto, um olhar ou uma expressão corporal até formas de conduta ou de verbalização, todos nós assimilamos as crenças alheias através de uma comunicação que contagia naturalmente.

Aprofundando nessas observações podemos considerar que um dos motivos do complexo de inferioridade se dá pelo materialismo, ou seja, na crença do nada. Quando cremos que tudo provém do acaso e que nada existe senão o que os olhos físicos conseguem visualizar, iniciamos em nós o processo de inferioridade.

Criamos, a partir daí, um “estilo de vida” inconsciente, baseado em que “não somos nada” e, em nossas profundezas, consideramos ser o produto momentâneo do acaso, claro que não podemos esquecer de todo o restante já falado que se acopla a essa ídéia e a intensifica.

Encontrei num livro a seguinte sequência de pensamentos e transcrevo abaixo, como reforço disto que estou falando:

“Rejeitamos a riqueza incomensurável de nosso mundo interior e do Universo e não acreditamos na plenitude da Vida Mais Alta, porque desprezamos a Perfeita Ordem Divina. Ignoramos a essência sagrada que habita em nós e lutamos contra uma suposta má sorte, que nos fataliza a desgastar enorme quantidade de energia, por não reconhecermos as Leis Naturais que regulam tudo e todos. O poeta e prosador francês François Marie Arouet, dito Voltaire, escreveu com muita propriedade: “O acaso não é, não pode ser, senão a causa ignorada de um efeito desconhecido.”

Quando a pretensão e o orgulho tomam conta de nossos atos, nossa maneira de ser passa a ser uma constante necessidade de compensação negativa de nosso sentimento de inferioridade, por acreditarmos que somos, simplesmente, uma “combinação do acaso que forma a matéria”. A pessoa materialista precisa crer que é superior, para compensar sua crença na insignificância da existência ou na falta de sentido em que vive. O ser espiritualizado acredita que não é pior nem melhor do que os outros, porque percebe e age com seus sentidos voltados para a Eternidade e sabe que cada pessoa é tão boa quanto pode ser, conforme seu grau evolutivo.

No entanto, o materialista prossegue em sua jornada, crescendo e descobrindo que o caminho da felicidade não é nada além daquele que o leva para “dentro de si mesmo” e que pode transformar os sentimentos que paralisam e que afastam da plenitude e do ser integral. A providência primeira e essencial, para que possamos nos curar do sentimento de baixa estima ou inferioridade, é ter à crença de que somos seres espirituais criados plenos e completos, vivendo uma experiência humana com o objetivo de nos conscientizarmos dessa nossa plenitude inata.

Faz parte das profundezas do espírito religioso ter se sentido abandonado, até mesmo por Deus - Alfred North Whitehead

Auto-Piedade e Somatização

O sentimento de inferioridade colabora para um outro sentimento que pode tornar as pessoas doentes fisicamente, que é o sentimento de auto-piedade, sentindo-se inferior e incapaz, levando a uma perda ainda maior na confiança em si mesmo. Esse sentimento de auto-piedade está relacionado a um sofrimento moral de aflição por existir um medo de punição muito bem escondido e que pode ser entendida ao lerem um outro texto que eu escrevi que chama-se “O Círculo Vicioso do Amor Imaturo” que pode ser encontrado no site Novo Equilíbrio.

Ter pena, em muitos momentos, pode não ser um sentimento verdadeiro, mas sim uma obrigação social aprendida, que deve ser demonstrada diante das dificuldades alheias, como forma de ser bem visto e aceito pelos outros. No caso da auto-piedade, em um processo muito inconsciente, a pessoa se sente a “coitada”, “desprezada”, “isolada”, e até mesmo em algumas circunstâncias sente-se “invejada”, como forma de se proteger de si mesmo em provocar a punição por não seguir “as normas sociais” aprendidas na infância.

O que se sente inferior, se vê como o coitadinho, digno de dó, para não continuar a ser punido pelos “outros” que o fazem se sentir inferior, mas ainda assim, acabam sendo punidos, porque o próprio sentimento que poderia redimir da culpa, castiga, porque faz dele uma vítima de si mesmo. Ual! Que loucura a mente humana!

Aquilo que deveria a princípio eliminar o mal estar, cria uma falta de contato com a realidade interna que favorece a somatização dessas emoções negativas, provocando doenças. Os sintomas da enfermidade podem ser considerados a forma física de expressar uma atitude interna, ou mesmo um conflito. Portanto, doentes não são somente as vítimas inocentes de algum desarranjo da Natureza, mas também os facilitadores de suas próprias doenças.

Os acontecimentos por si só, não parecem ter muito sentido, mas o que está por trás daquilo que aparece, o seu conteúdo simbólico ou metafísico é que dá o entendimento. A importância da mensagem de um fato ou de um acontecimento somente aparece com a sua clareza necessária quando interpretados e entendido o significado. É dessa forma que temos a compreensão completa do seu sentido. Quando deixamos de interpretar as ocorrências da vida e os sentimentos vinculados, estamos mergulhando numa total falta de sentido de vida. Aparece aquela angústia existencial, o vazio que tantos comentam e reclamam existir.

A doença sempre tem a função e um objetivo, nas pessoas de baixa estima a de alertar da existência de uma descompensação psíquica, que é o próprio sentimento de inferioridade, e da necessidade de harmonizá-la. Os traços psicológicos das pessoas que sentem auto-piedade são reconhecidos pela ausência de experiências interiores. Eles possuem uma restrita visão de seu ritmo interno, das suas capacidades latentes, não valorizam seu mundo íntimo nem desenvolvem seu potencial inato, que são alguns deles a intuição, a inspiração e a percepção.

A maldade humana reside no fundo das nossas entranhas... O prazer carnal é a principal tentação que o mal usa para atrair o ego aos abismos do inferno. Contra essa catástrofe, o ego aterrorizado tenta manter o controle do corpo a qualquer preço. A consciência, associada ao ego, opõe-se ao inconsciente ou ao corpo enquanto repositório das forças da sombra. - Alexander Lowen

Reflexões que Fortalecem

“Estamos saindo da inconsciência para a consciência, da transitoriedade para a permanência, da personalidade para a individualidade, da razão para a intuição, do estar para o ser. Eis o processo de evolução das almas! Portanto, pela ignorância e simplicidade inatas, não quer dizer que somos inferiores por criação divina. Filhos de Deus são perfectíveis (possuem o germe da perfeição), não foram criados inferiores, mas sem ciência de si mesmos."

Simples neste momento tem o sentido de básico, espontâneo, natural e primário. Ignorante é aquele que não tem consciência de si mesmo”. Aqui podemos pensar anologicamente> “ser como as crianças”, nascemos inocentes e evoluímos até atingirmos a maturidade. Todas as nossas capacidades estão potencialmente presentes, mas precisamos apenas de tempo para integrá-las em definitivo. Precisamos sair da condição de crianças e entrarmos para a vida adulta.

As primeiras providências a serem tomadas deverão ser reflexões sobre as causas de nossos sentimentos de inferioridade, o modo como foram adquiridos e as crenças que os motivaram. É essencial lembrar-se de que sempre é possível alterar ou transformar nosso “estilo de vida”. Para isso precisamos colocar em uso as nossas vocações naturais, sem questionarmos as nossas forças interiores. Para obtermos auto-confiança, somente é preciso lembrar, o que já existe em nós por direito divino.

Jung (fala-se Iungue) psicanalista inglês, contemporâneo de Freud, o pai da psicanálise, tem em sua base teórica a Individuação, que é exatamente isso, somos plenos e completos, mas não nos damos conta disso e passamos uma vida inteira reprimindo conteúdos que são inatos, mas que foram esquecidos, recalcados. Lembremos que temos todos os recursos necessários, só precisamos olhar para eles.

O nosso desenvolvimento consiste, na modificação da nossa maneira de ver, e isso nada mais é do que ter uma nova visão, uma nova forma de pensar, sentir e agir sobre nós mesmos e sobre o mundo. O sentimento de inferioridade ou de baixa estima leva as pessoas a um comodismo resignado e exagerado, e a um descuido das coisas pessoais. Essa perda do senso de auto-valorização é também conseqüência do sentimento de inferioridade, que induz as pessoas a uma vivência mecânica, passando a viver no automático, sem reflexão, sem raciocínio, sem sua própria interferência e controle, dando vazão ao aparecimento de diversas doenças.

Repita o que segue e reflita:

O maior sentido da vida é a consciência da riqueza de nosso mundo interior. Somos essências divinas em busca da perfeição, cujo caminho é o auto-descobrimento. Vamos em busca de reconquistar a auto-confiança perdida. Seu corpo é uma máquina perfeita, com funcionamento inter-relacionado com todas as funções e órgãos.

Você é capaz de tomar decisões sem necessitar recorrer a conselhos, você pode tê-los, deve até tê-los, mas não necessita, o que faz uma grande diferença entre o "ter quê" e o "fazer uma escolha". Você tem a capacidade de ouvir, refletir e raciocinar, tomando suas próprias decisões. Ninguém pode fazer isso por você. Isso te dá um enorme poder, o de fazer suas próprias escolhas e traçar diante delas o caminho a seguir. Você constrói o seu destino através das suas escolhas.

Você é uma individualidade divina, completamente distinta dos outros. Você é um ser único, não existe ninguém igual a você e portanto que conseguirá os mesmos resultados que você tem ou terá. Somos semelhantes, mas completamente distintos na essência e isso faz toda a diferença e enriquece nosso poder de ação e resultados individuais. Só você conseguirá alcançar aquilo que definir como prioridade e objetivo de vida. Não há nada que você queira que não seja possível de ser realizado.

A plenitude e autenticidade está em fazer aquilo que você gosta para agradar a pessoa mais importante no mundo, que é VOCÊ. Fazer as coisas para agradar o outro só pode trazer a felicidade se agradar a você mesmo primeiro. Desejamos o melhor ao outro que gostamos, porque conhecemos o que é este melhor.

Mas se não experimentamos isso antes, como podemos oferecer aos outros? Muitos entendem como egoísmo estar em primeiro lugar, mas é engano. Estar em primeiro lugar significa amor, cuidado, respeito, sendo assim, tudo que é bom para mim, pode ser bom àqueles que eu quero bem. Só assim podemos dar ao outro, porque temos para nós mesmos. Ninguém consegue dar ao outro aquilo que não tem.

Estar no mundo, pertencer a um grupo, olhar e ajudar o teu próximo é certeza de sempre encontrar bons e novos relacionamentos, não há como ter medo de ser abandonado, esquecido ou não querido. Você faz parte de tudo isso a cada momento da sua vida, você vive e respira e se relaciona. Você cria constantemente condições de crescimento, de aperfeiçoamento e de experiências riquíssimas. Certeza de atividades e relacionamentos constantes. O medo do desamparo e do abandono não existem para quem VIVE de verdade.

Dentro de todo o potencial humano somos plenos de sabedoria, de bom senso e respeito ao nosso semelhante, por isso não existe possibilidade de você se abalar com as críticas e as desaprovações, porque está consciente dos cuidados importantes para sua auto-preservação e nada poderá te atingir com facilidade.

Assim você poderá tomar as suas próprias decisões, sem nervosismo, sem constrangimento ou preocupação com o que o outro irá pensar ou dizer, porque você está consciente de si mesmo e das suas vontades, respeitando os desejos e vontades dos outros. Cada um no seu espaço e todos felizes.

E por fim, não esqueça da riqueza maior que “mostra” algo que não conhecemos, que não sabemos denominar, que alguns acham que sabem e outros duvidam, mas o que é incontestável e que nos dá a possibilidade de acreditar em algo que vai além de nós mesmos, é a própria energia da vida, que não pode ser gerada por nenhum ser humano, por mais que se fale em clonagem, que limita-se a pegar algo que já existe feito por uma energia maior e dizer que está criando vida. Alguns até entram nesse pensamento, mas é um equívoco.

A vida é o maior presente e a maior riqueza que possuímos e que nos determina como seres iluminados. Acredite nisso e tenha ciência de que depende exclusivamente da sua vontade vencer os obstáculos que te impedem de alcançar a plenitude das realizações pessoais.

Certamente que é um processo difícil, que exige paciência e perseverança. Mas vale a pena, qualquer esforço valerá sempre à pena quando tem o propósito de mostrar a verdade e como viver melhor conosco mesmo e com tudo o que trazemos dentro do nosso espaço mais íntimo. Para isso será necessário a ajuda de um profissional. Não deixe para depois, comece já! E o sucesso será certo!

O mal na psique humana nasce do fracasso em juntar, em reconciliar as peças da nossa experiência. Quando englobamos tudo o que somos, até mesmo o nosso mal, o mal em nós é transformado. Quando as diferentes energias vivas do sistema humano se harmonizarem, a face sangrenta do mundo de hoje se transformará numa imagem da face de Deus. - Andrew Bard Schmookler

   Comentários
Nossos leitores já fizeram 5 comentários sobre este artigo:
 

De: dalcineide@hotmail.com (em 13/05/2016 - 15:24)
Amor Próprio
Este artigo é sem dúvida maravilhoso.Espero chegar neste estágio, de Auto-confiança e Auto-estima. Para principalmente me amar e amar alguém.

De: Norma de Fátima Bittencourt da Silva (em 23/08/2015 - 13:19)
Excelente tema, excelente artigo
Este tema é deveras importante, tanto quanto atual, precisamos entender essa questão dos Complexos, para podermos entender muitas das nossas atitudes e comportamentos, em que recalques, traumas, figuram como motivadores, influenciadores..gostei muito, bjs no coração.

De: Jésus (em 16/02/2015 - 01:38)
Complexo
Muito bom o artigo, vai além do campo imediato. Nós somos a somatização das nossas existências.

De: vania lucia silva R .souza (em 24/01/2015 - 18:11)
Vânia Lùcia
A sociedade necessita urgente trabalhar esse sentimento e lutar para que ele não venha nos dominar,afinal somos filhos de Deus ,essência Divina ,portanto sou um Ser Divino escolhido do Pai.

De: Marcelo Rodrigues Alves (em 22/05/2014 - 17:27)
O que está dentro de nós
Um dos melhores artigos este, principalmente da metade para o final. Parecem coisas óbvias, mas os detalhes fazem a diferença.
O processo de busca a si mesmo nunca termina, mas eu espero alcançar um nível de auto-conhecimento e auto-estima suficiente e a tempo de me relaizar como pessoa e finalmente poder amar de verdade a alguém.

INCLUA UM COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO

• Para postar o comentário é necessário ser cadastrado no site e estar logado.


Mais tópicos relacionados:

ACONSELHAMENTO TERAPÊUTICO ON-LINE

Psiquiatria

Atitudes Transformadoras

Personalidade Construtora & Personalidade Destruidora

Desconstruções

Os problemas estão dentro ou fora de você?

Floral de Bach

Dicas para um Bom Relacionamento

Stress

Tensão Pré-Menstrual (TPM)

Dicas para deixar de fumar

Auto-Estima

Como está sua Auto-estima?

O Círculo Vicioso do Amor Imaturo

Repressão, Resistência e Ato Falho
Escondido, mas nem tanto...

Integração das Partes

Dinâmica das Partes

Esclarecimentos sobre Psicoterapia

Afirmações Positivas.......funcionam?

O Poder das Afirmações Positivas

Porque não comer carne?

As 5 Fases para a Realização do seu Projeto de Ano Novo

Dicas para o Controle de um Ataque de Ansiedade e/ou Pânico

Síndrome do Pânico

A Diferenciação das Consciências

Carência Afetiva, Autoestima e Simbiose nos Relacionamentos

Vítima eu ???

Forma-Pensamento

Constelação Sistêmica Familiar e Organizacional

Freud - A estrutura e a dinâmica da personalidade - Id, Ego e Superego

Autoconhecimento:
Fator Fundamental para o Sucesso!

A DOR DA SEPARAÇÃO - Enfrentando - Compreendendo - Superando

O LADO SOMBRA DA PERSONALIDADE

Complexo de Inferioridade, Aprofundamento e Reflexão

A Ansiedade e as Crenças

Razão e Emoção

Um Novo Olhar Sobre si Mesmo

Coaching ou Psicoterapia?

O Retrato da Vida na Terapia de Grupo

Dicas para deixar a Preguiça de lado e entrar em Ação

Psicoterapia é para quem Sabe o que Quer

O MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃO

O Amor e os Relacionamentos

Grupo de Orientação Psicanalítica

Minha Vida Parou! - Reflexão e Exercício

Problemas no Relacionamento?! O que eu faço???

A Arte como Autoconhecimento

Qual é a Diferença entre Psiquiatra, Psicólogo e Psicanalista?


Novo Equilíbrio - Tel.: (11) 2605-3166 - E-mail: contato@novoequilibrio.com.br